Os abismos se refazem a cada salto dado, e a coragem tem que ser recarregada.
Por aqui os fracos não tem vez...
À noite escorrendo pelos olhos, e os postes dando luzes ali, pra ninguém.
O céu é pouco pra todos nós, por vez a barriga ainda anda vazia, e todos continuam a sentir dores, mais calados, a oralidade silenciosa não da brecha pra erros fatigados e repetitivos...
E eu que pensava que conhecia o mundo, me flagrei pensando que nem eu mesmo eu conheço!

Internei-me dentro de mim mesmo, e achei no meio da escuridão uma flor!
Vi que... Entre toda confusão a uma alma pacifica,
entre toda tristeza, a um sorriso tranquilo,
foi ali que acordei...
Pois é as coisas são como devem ser, as dores vem, se vão, voltam, cessão... E nós... Nós como fênix, renascemos dos baques sofridos, rasteiras perdidas, e lagrimas contida, mas estamos aqui... Contando historias pra outro rir, olhando bem nos olhos do futuro, respirando, e procurando uma única coisa, ser hiperbolicamente feliz...
E assim continuamos dançando a vida, sem pedir licença, e sem vontade alguma de partir.

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